Luiz Couto destaca criação de frente parlamentar da epilepsia, novas habitações para a Paraíba e ações contra facções criminosas

O deputado federal Luiz Couto (PT-PB) utilizou a tribuna da Câmara dos Deputados, nesta quarta-feira (17), para defender a criação da Frente Parlamentar Mista em Defesa da Pessoa com Epilepsia, destacar novos investimentos habitacionais para municípios paraibanos e alertar para o avanço das facções criminosas no país.

Ao abordar a criação da Frente Parlamentar da Epilepsia, Luiz Couto ressaltou a importância da iniciativa para garantir mais visibilidade e políticas públicas voltadas às pessoas que convivem com a condição neurológica. Segundo o parlamentar, a epilepsia afeta mais de 50 milhões de pessoas em todo o mundo, sendo ainda uma das doenças mais estigmatizadas pela sociedade.

“O objetivo é colocar o tema na agenda do Congresso Nacional, ampliar o acesso ao diagnóstico precoce, aos medicamentos e combater o preconceito que ainda afeta milhares de brasileiros no ambiente de trabalho, na escola e em diversos espaços sociais”, afirmou.

Durante o pronunciamento, o deputado também comemorou o avanço de projetos habitacionais que beneficiarão dezenas de municípios paraibanos por meio de ações coordenadas pelo Ministério das Cidades. Entre as cidades contempladas estão João Pessoa, Santa Rita, Patos, Sousa, Cajazeiras, Monteiro, Pombal, Solânea, São Bento, Esperança, Lagoa Seca e Baía da Traição.

Luiz Couto destacou sua atuação na defesa da ampliação da moradia popular tanto nas áreas urbanas quanto rurais. “Temos lutado para garantir habitação digna para quem vive no campo e na cidade. A casa própria representa segurança, cidadania e qualidade de vida para as famílias paraibanas”, ressaltou.

O parlamentar também manifestou preocupação com o fortalecimento das facções criminosas em diversas regiões do país e defendeu o fortalecimento das ações de combate ao crime organizado.

Segundo ele, é necessário ampliar a capacidade de enfrentamento das organizações criminosas que atuam em vários estados brasileiros.“O combate ao crime organizado exige coordenação, inteligência e presença efetiva do Estado para garantir segurança à população e proteger a democracia”, concluiu.

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