Deputado Luiz Couto elogia ação da Polícia Federal contra facção criminosa na Paraíba

O deputado federal Luiz Couto (PT/PB) manifestou publicamente seu apoio e reconhecimento à Operação Stakeholders II, deflagrada nesta quinta-feira (18), que cumpriu mandados contra os núcleos financeiro, administrativo e de comando de uma facção criminosa com atuação na Paraíba. A ação foi conduzida pela Força Integrada de Combate ao Crime Organizado e contou com o trabalho conjunto da Polícia Federal, Polícia Civil, Polícia Militar, Polícia Penal, Polícia Penal Federal e outros órgãos parceiros. Ao todo, mais de 70 agentes participaram da operação, que teve como foco o enfraquecimento da estrutura patrimonial e operacional da organização criminosa. Foram cumpridos 13 mandados de busca e apreensão, 10 mandados de prisão preventiva e houve ainda o sequestro de bens e valores dos investigados. As ordens judiciais foram expedidas pela 1ª Vara Regional de Garantias da Comarca de João Pessoa. Os mandados foram executados nas cidades paraibanas de João Pessoa, Sertãozinho, Guarabira, Santa Rita e Campina Grande, além de Campo Grande (MS). “Toda ação séria e coordenada que visa enfraquecer o crime organizado, proteger a vida e garantir o funcionamento da Justiça merece nosso apoio. Cumprimento os profissionais da Polícia Federal e demais forças de segurança pelo trabalho firme e necessário. O combate ao crime não pode dar espaço para hesitação”, afirmou Luiz Couto. Parlamentar com histórico na defesa dos direitos humanos e da segurança pública com responsabilidade, Luiz Couto destacou a importância de ações que enfrentem o poder financeiro das facções, que muitas vezes operam com estruturas semelhantes às de empresas, movimentando grandes somas de dinheiro de forma ilícita. “É uma ação importante e neste sentido, parabenizo a Polícia Federal e todas as forças de segurança pela Operação, que cumpriu mandados, nesta quinta-feira, em João Pessoa, Sertãozinho, Guarabira, Santa Rita, Campina Grande e Campo Grande (MS), com prisões, buscas e sequestro de bens que atingiram o núcleo financeiro, administrativo e de comando de uma facção criminosa. Essa ação, realizada por mais de 70 agentes de diferentes corporações, mostra que o trabalho articulado entre as forças de segurança reage com firmeza ao crime organizado, enfraquecendo sua estrutura e garantindo mais segurança, cidadania e tranquilidade para nossa população”. “Não se combate o crime apenas com armas, mas com inteligência, investigação e asfixia do patrimônio ilegal. Esse é o caminho para desarticular estruturas criminosas”, completou o deputado.

Aprovada PEC da Impunidade: maioria dos deputados da Paraíba vota a favor; Luiz Couto diz NÃO à blindagem parlamentar

Na madrugada de terça-feira, 16 de setembro de 2025, a Câmara dos Deputados aprovou a chamada PEC da Impunidade, proposta que limita o alcance de investigações, denúncias e até prisões de parlamentares, mesmo em casos graves. A medida tem sido duramente criticada por juristas, organizações da sociedade civil e cidadãos por representar um retrocesso no combate à corrupção e à responsabilização de agentes públicos. A proposta altera dispositivos constitucionais para dificultar ações do Ministério Público e do Judiciário contra deputados e senadores. Na prática, cria um escudo institucional que pode favorecer a impunidade dentro do Congresso Nacional. Como votaram os deputados da Paraíba: Votaram a favor da PEC (a favor da blindagem): Aguinaldo Ribeiro (PP) Cabo Gilberto (PL) Damião Feliciano (União) Gervásio Maia (PSB) Hugo Motta (Republicanos) Mersinho Lucena (Republicanos) Murilo Galdino (Republicanos) Romero Rodrigues (Podemos) Wellington Roberto (PL) Wilson Santiago (Republicanos) Votaram contra a PEC (contra a blindagem): Luiz Couto (PT) Ruy Carneiro (Podemos) Luiz Couto se posiciona contra a PEC O deputado federal Luiz Couto (PT/PB) foi uma das poucas vozes da bancada paraibana a votar contra a PEC. Seu voto foi registrado como NÃO, reafirmando seu compromisso com a transparência, o respeito às instituições democráticas e o princípio da igualdade perante a lei. Para Luiz Couto, a proposta representa um grave retrocesso:  “A democracia se fortalece com responsabilidade e justiça. Não com blindagens e privilégios”, declarou após a votação. Conhecido por sua atuação em defesa dos direitos humanos e da ética pública, Luiz Couto defende que parlamentares não devem estar acima da lei, e sim prestar contas à sociedade. Críticas e mobilização popular Diversos especialistas e entidades apontam que a PEC enfraquece o combate à corrupção e compromete o funcionamento das instituições de controle. Movimentos sociais e campanhas digitais seguem pressionando por mais responsabilidade e transparência no Congresso, exigindo o fim de privilégios e blindagens.

Luiz Couto critica tentativa de anistia a Bolsonaro e denuncia articulação golpista revelada pela PF

O deputado Luiz Couto (PT/PB) subiu à tribuna da Câmara nesta terça-feira, 16 de setembro, para fazer um pronunciamento firme contra as tentativas de conceder anistia ao ex-presidente Jair Bolsonaro. Em seu discurso, o parlamentar destacou que a democracia brasileira não pode tolerar o perdão a quem tentou subverter a vontade popular e atentar contra as instituições democráticas. Luiz Couto citou a reportagem da revista Piauí, intitulada “O golpista: As 533 digitais de Bolsonaro na articulação para virar a mesa”, baseada em trechos do relatório da Polícia Federal. De acordo com o deputado, o material revela provas diretas da participação de Jair Bolsonaro em reuniões para discutir a ruptura institucional, com sugestões de prisões de autoridades, interferências em minutas golpistas e o incentivo à mobilização de civis e militares para contestar o resultado legítimo das eleições de 2022. Segundo ele, o nome de Bolsonaro aparece 533 vezes nos documentos analisados, e a Polícia Federal conclui que a tentativa de golpe só não se concretizou por circunstâncias alheias à vontade do ex-presidente. Para Luiz Couto, isso evidencia uma ação deliberada e planejada contra o Estado Democrático de Direito. O parlamentar também comentou os dados mais recentes do instituto Datafolha, divulgados nos dias 8 e 9 de setembro de 2025, que mostram que a maioria da população brasileira é contrária à anistia. De acordo com a pesquisa, 54% dos brasileiros rejeitam o perdão a Bolsonaro, e 61% são contra qualquer anistia aos envolvidos nos ataques golpistas de 8 de janeiro de 2023. Luiz Couto afirmou que esses números evidenciam que a sociedade brasileira não aceita apagar os crimes cometidos contra a democracia. O deputado lembrou que, desde 2022, tramitam no Congresso propostas que tentam anistiar os atos ocorridos entre 30 de outubro daquele ano e datas subsequentes. Em sua avaliação, essas proposições tentam reclassificar o que foi um ataque ao Estado como “excesso de manifestação”. Ele foi enfático ao afirmar que não se tratou de manifestação, mas sim de crime contra a ordem constitucional. Segundo Luiz Couto, não cabe ao Parlamento passar uma borracha nos crimes cometidos no topo do poder. Anistiar líderes e mandantes seria premiar o golpismo e criar um salvo-conduto para novas aventuras autoritárias. Para ele, o caminho responsável é investigar, julgar, reparar e fortalecer as instituições, inclusive com a aprovação de leis e mecanismos que evitem a instrumentalização das Forças Armadas e a corrosão do processo eleitoral. Ele finalizou o discurso afirmando seu compromisso com a democracia e com os princípios constitucionais. “A redemocratização do Brasil foi conquista do povo, e sob sua guarda asseguraremos que o poder jamais retornará às mãos dos que tramam contra o voto livre, o respeito às instituições e o futuro da nossa nação”, declarou.

Luiz Couto e Alexandre Lindenmeyer propõem monitorar dívidas e fraudes contra idosos

Parlamentares pedem que dados sobre endividamento e fraudes financeiras sejam incluídos em painel oficial do Ministério dos Direitos Humanos Nesta terça-feira (16), o deputado Luiz Couto (PT/PB) e o deputado Alexandre Lindenmeyer apresentaram uma proposta importante em defesa das pessoas idosas. Eles pediram ao Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania que o painel de informações sobre idosos passe a mostrar também dados sobre endividamento e fraudes financeiras. O pedido foi feito por meio da Indicação nº 2274/2025, entregue oficialmente ao ministério. Segundo os deputados, cada vez mais idosos estão sofrendo com dívidas e sendo vítimas de golpes financeiros. “Essa também é uma forma de violência”, afirma Luiz Couto. “É preciso que o Estado reconheça isso e tome providências”. De acordo com dados do próprio Ministério dos Direitos Humanos, no ano de 2024 foram registradas mais de 90 mil denúncias de violência contra idosos. Desse total, quase 25 mil foram casos de violência patrimonial ou financeira, como quando alguém se aproveita do idoso para ficar com o seu dinheiro ou bens. Apesar disso, o painel de dados atual, chamado Observa DH, não mostra quantos idosos estão endividados ou quantos caíram em golpes específicos, como fraudes bancárias, ligações falsas ou uso indevido do nome para fazer empréstimos. “Essas situações muitas vezes acontecem dentro da própria família ou por meio de contatos na internet e telefone”, explica Luiz Couto. “Sem dados claros, é difícil agir com rapidez”. Veja o que pede a proposta O documento apresentado pelos parlamentares sugere que o governo passe a incluir no painel oficial: Número de idosos endividados Tipos de dívidas mais comuns (como empréstimos consignados, cartão de crédito, etc.) Casos de fraudes financeiras, como golpes por telefone ou internet Perfil dos idosos afetados (faixa etária, renda, local onde vivem) Com esses dados, será possível criar políticas públicas melhores, de prevenção, educação financeira e proteção legal. Um dever da sociedade A Constituição diz que família, sociedade e Estado devem proteger os idosos. Para Luiz Couto, conhecer a realidade é o primeiro passo para garantir os direitos dessa população. “É preciso cuidar de quem tanto já fez por nós. Não podemos aceitar que idosos passem vergonha por estarem endividados ou caiam em golpes por falta de apoio e informação”, completou.

Presidente Lula escreve artigo ao presidente Donald Trump, publicado no The New York Times

Veja a integra do artigo! “Decidi escrever este artigo para estabelecer um diálogo aberto e franco com o presidente dos Estados Unidos. Ao longo de décadas de negociações, primeiro como líder sindical e depois como presidente, aprendi a ouvir todos os lados e a levar em consideração todos os interesses em jogo. Foi por isso que examinei cuidadosamente os argumentos apresentados pelo governo Trump para impor uma tarifa de 50% sobre os produtos brasileiros. Trazer de volta os empregos americanos e a reindustrialização são motivações legítimas. Quando, no passado, os Estados Unidos levantaram a bandeira do neoliberalismo, o Brasil alertou sobre seus efeitos prejudiciais. Ver a Casa Branca finalmente reconhecer os limites do chamado Consenso de Washington — uma receita política de proteção social mínima, liberalização comercial irrestrita e desregulamentação geral dominante desde a década de 1990 — justificou a posição brasileira. Mas recorrer a ações unilaterais contra Estados individuais é prescrever o remédio errado. O multilateralismo oferece soluções mais justas e equilibradas. O aumento da tarifa imposto ao Brasil neste verão não é apenas equivocado, mas também ilógico. Os Estados Unidos não têm déficit comercial com nosso país, nem estão sujeitos a altas tarifas. Nos últimos 15 anos, acumulou um superávit de US$ 410 bilhões no comércio bilateral de bens e serviços. Quase 75% das exportações dos EUA para o Brasil entram isentas de impostos. Segundo nossos cálculos, a tarifa média efetiva sobre os produtos americanos é de apenas 2,7%. Oito dos dez principais itens têm tarifa zero, incluindo petróleo, aeronaves, gás natural e carvão. A falta de justificativa econômica por trás dessas medidas deixa claro que a motivação da Casa Branca é política. O vice-secretário de Estado, Christopher Landau, teria dito isso no início deste mês a um grupo de líderes empresariais brasileiros que estavam trabalhando para abrir canais de negociação. O governo dos Estados Unidos está usando tarifas e a Lei Magnitsky para buscar impunidade para o ex-presidente Jair Bolsonaro, que orquestrou uma tentativa fracassada de golpe em 8 de janeiro de 2023, em um esforço para subverter a vontade popular expressa nas urnas. Tenho orgulho da decisão histórica tomada na quinta-feira pelo Supremo Tribunal Federal do Brasil, que protege nossas instituições e o Estado de Direito democrático. Não se tratou de uma “caça às bruxas”. A decisão foi resultado de um processo conduzido de acordo com a Constituição brasileira de 1988, promulgada após duas décadas de luta contra uma ditadura militar. Ela veio após meses de investigações que revelaram planos para assassinar a mim, ao vice-presidente e a um ministro do Supremo Tribunal Federal. As autoridades também descobriram um projeto de decreto que teria efetivamente anulado os resultados das eleições de 2022. O governo Trump acusou ainda o sistema judiciário brasileiro de perseguir e censurar empresas de tecnologia americanas. Essas alegações são falsas. Todas as plataformas digitais, sejam elas nacionais ou estrangeiras, estão sujeitas às mesmas leis no Brasil. É desonesto chamar regulamentação de censura, especialmente quando o que está em jogo é a proteção de nossas famílias contra fraudes, desinformação e discurso de ódio. A internet não pode ser um terreno sem lei, onde pedófilos e abusadores têm liberdade para atacar nossas crianças e adolescentes. Igualmente infundadas são as alegações do governo sobre práticas desleais do Brasil no comércio digital e nos serviços de pagamento eletrônico e sua suposta falha em fazer cumprir as leis ambientais. Ao contrário de ser injusto com os operadores financeiros dos Estados Unidos, o sistema de pagamentos digitais do Brasil, conhecido como Pix, possibilitou a inclusão financeira de milhões de cidadãos e empresas. Não podemos ser penalizados por criar um mecanismo rápido, gratuito e seguro que facilita as transações e estimula a economia. Nos últimos dois anos, reduzimos pela metade a taxa de desmatamento na Amazônia. Somente em 2024, a polícia brasileira apreendeu centenas de milhões de dólares em bens usados em crimes ambientais. Mas a Amazônia ainda estará em perigo se outros países não fizerem sua parte na redução das emissões de gases de efeito estufa. O aumento da temperatura global pode transformar a floresta tropical em uma savana, alterando os padrões de precipitação em todo o hemisfério, incluindo o meio-oeste americano. Quando os Estados Unidos abandonam uma relação de mais de 200 anos, como a que mantêm com o Brasil, todos perdem. Não há diferenças ideológicas que devam impedir dois governos de trabalhar juntos em áreas onde têm objetivos comuns. Presidente Trump, continuamos abertos a negociar qualquer coisa que possa trazer benefícios mútuos. Mas a democracia e a soberania do Brasil não estão em discussão. Em seu primeiro discurso na Assembleia Geral das Nações Unidas, em 2017, o senhor disse que ‘nações soberanas fortes permitem que países diversos, com valores, culturas e sonhos diferentes, não apenas coexistam, mas trabalhem lado a lado com base no respeito mútuo’. É assim que vejo a relação entre o Brasil e os Estados Unidos: duas grandes nações capazes de se respeitar e cooperar para o bem dos brasileiros e dos americanos.”

Luiz Couto propõe criação de Programa Nacional de Banheiros e Bebedouros Públicos com foco em dignidade, saúde e sustentabilidade

O deputado federal Luiz Couto (PT/PB) apresentou na Câmara dos Deputados o Projeto de Lei nº 4529/2025, que cria o Programa Nacional de Apoio à Construção, Operação e Manutenção de Banheiros e Bebedouros Públicos. A proposta integra a Política Federal de Saneamento Básico e tem como objetivo principal fomentar a instalação de infraestrutura pública de higiene e acesso à água potável em espaços de uso coletivo, como praças, parques e terminais urbanos. De acordo com o texto, apresentado no último dia 10 de setembro, o programa será de adesão voluntária por parte dos municípios e do Distrito Federal. A participação se dará mediante a assinatura de um termo de adesão com o órgão competente do Poder Executivo Federal, conforme regulamento específico. O projeto apresentado pelo deputado se estrutura em torno de princípios fundamentais, como: Dignidade da pessoa humana; Universalização do acesso ao saneamento básico e à água potável; Acessibilidade e inclusão social; Promoção da saúde pública e prevenção de doenças; Cooperação entre entes federados; Sustentabilidade ambiental e uso racional da água. Segundo Luiz Couto, a proposta responde à carência de estruturas sanitárias em locais públicos e busca combater a exclusão social de milhares de brasileiros, especialmente pessoas em situação de rua, trabalhadores informais e turistas. “A ausência de banheiros públicos e bebedouros compromete a saúde e a dignidade de muitos cidadãos. Este projeto é um passo importante para cidades mais humanas, acessíveis e sustentáveis”, afirmou o parlamentar. Ainda segundo o parlamentar, além de reforçar direitos básicos e promover inclusão, “o projeto também dialoga com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU e com as discussões da COP30, ao estimular o uso responsável dos recursos naturais”, ressalta Couto. O Projeto de Lei nº 4529/2025 agora segue para análise nas comissões permanentes da Câmara, onde será debatido antes de seguir para votação em plenário.

Emenda de Luiz Couto garante R$ 396 mil para pavimentação de ruas no município de Congo/PB

O município de Congo, no Cariri paraibano, foi contemplado com recursos federais destinados pelo deputado Luiz Couto (PT/PB), por meio de emenda parlamentar no valor de R$ 396.000,00 (trezentos e noventa e seis mil reais), na modalidade de Transferência Especial. A verba será utilizada para obras de calçamento de vias públicas, promovendo melhorias na mobilidade urbana e na qualidade de vida da população.A ordem bancária foi executada com sucesso nesta semana, e o valor já se encontra disponível na conta do município. Como se trata de uma transferência especial, os recursos foram depositados diretamente nos cofres municipais, sem a necessidade de convênio, o que garante maior agilidade para início das obras. Informações da transferência: - Beneficiário: Município de Congo/PB – CNPJ 08.870.164/0001-81- Programa: 09032025- Emenda Parlamentar: 202512710019 – Luiz Couto- Valor de Investimento: R$ 396.000,00- Banco: 001 (Banco do Brasil) Segundo o gabinete do deputado Luiz Couto, o investimento tem por objetivo atender à demanda por infraestrutura urbana e garantir mais dignidade aos moradores do município. “Nosso mandato é comprometido com o povo da Paraíba, especialmente com os municípios que mais precisam de apoio para avançar em obras básicas e essenciais. O calçamento de ruas melhora o acesso, a saúde pública e a autoestima das comunidades”, afirmou o parlamentar. Com os recursos já disponíveis, a Prefeitura de Congo está autorizada a iniciar o planejamento e execução das obras, devendo registrar todas as despesas diretamente no sistema Transferegov, conforme as normas legais aplicáveis. Mais uma ação concreta do mandato do deputado Luiz Couto em favor do desenvolvimento dos municípios paraibanos.

O voto de Fux e a balança que pende para os “tubarões”

Por Leonardo Formentini O voto do ministro Luiz Fux no julgamento de Jair Bolsonaro é um divisor de águas — e não pelo lado certo. Ao defender a anulação da ação penal e sustentar que o STF não teria competência para julgar o ex-presidente por já não ocupar cargo público, Fux abriu divergência do relator e dos que votaram pela condenação, oferecendo ao réu mais um abrigo processual em um caso de altíssima gravidade institucional. A posição de Fux se ancora em teses como “foro cessou, competência não é do STF” e até no risco de “banalização de competência” e “tribunal de exceção”. É um voto que, no plano concreto, alivia o caminho dos poderosos e empurra a responsabilização para longe dos holofotes — exatamente quando o País precisa de respostas firmes sobre ataques ao Estado de Direito. Enquanto isso, o processo revela atos com materialidade: a acusação descreve tentativa de golpe, organização criminosa e atentado à ordem democrática, e o relator Alexandre de Moraes já apontou Bolsonaro como líder da trama, com Flávio Dino acompanhando pela condenação. Não estamos falando de “opiniões” ou “bravatas”, mas de condutas concretas que colocaram a democracia em risco. Dói reconhecer, mas o padrão que transparece é conhecido: quando são os “peixinhos”, a marcha é rápida e a mão é pesada; quando são os “tubarões”, surgem atalhos, filigranas e indulgências. O voto de Fux, ao priorizar a porta de saída processual para quem chefiou o ataque às instituições, reforça essa assimetria — um desenho de Justiça que vê demais o poder e de menos o povo. A Justiça não pode ser cega ao ponto de ignorar os fatos nem ter um olho aberto apenas para favorecer os de sempre. No caso Bolsonaro, há fatos, provas e vítimas; não são pensamentos, são crimes descritos na denúncia, debatidos em julgamento público, com maioria já se formando pela condenação. O voto de Fux escolheu o desvio, não o caminho.

Bananeiras recebeu mais de R$ 11 milhões em recursos federais através do mandato do deputado Luiz Couto (PT/PB)

Nos últimos três anos, o município de Bananeiras foi amplamente beneficiado por recursos oriundos do mandato do deputado federal Luiz Couto (PT/PB). Ao todo, foram destinados mais de R$ 11 milhões entre os anos de 2023 e 2025, que contemplam áreas essenciais como saúde, infraestrutura urbana, educação, habitação e agricultura familiar. Os dados constam em relatório oficial do gabinete do parlamentar, que detalha as emendas individuais, emendas especiais, investimentos via Codevasf e recursos do Novo PAC (Programa de Aceleração do Crescimento), do Governo Federal. A atuação do deputado tem garantido avanços importantes para a população bananeirense, sobretudo nas comunidades rurais e periféricas, historicamente carentes de investimentos públicos estruturantes. Destaques por área: SAÚDE + R$ 6 milhões investidos (2023–2025) R$ 350 mil para custeio da Atenção Básica R$ 433 mil para compra de equipamentos de saúde básica (pago) R$ 481 mil em equipamentos e veículos para o CAPS e unidades de saúde (incluindo pick-up 4×4 e veículo de transporte de equipe) R$ 200 mil para a atenção especializada hospitalar R$ 2,3 milhões para construção de UBSs (Novo PAC – 2025) R$ 2,2 milhões para instalação de um novo CAPS em Bananeiras (Novo PAC) R$ 474 mil em kits de equipamentos para UBS R$ 6 mil em kits de teleconsulta HABITAÇÃO – R$ 3,25 milhões Construção de 20 casas populares pelo Minha Casa, Minha Vida (FNHIS Sub-50), em parceria com o Governo Federal, garantindo moradia digna para famílias de baixa renda. INFRAESTRUTURA URBANA  + R$ 800 mil R$ 248 mil (emenda especial – já paga) para o calçamento da comunidade Lagoa do Matias R$ 548 mil (emenda 2025) para pavimentação de ruas, incluindo as comunidades da Roma e dos Cocos, que serão diretamente beneficiadas com essas ações EDUCAÇÃO – R$ 700 mil R$ 200 mil em custeio para o Campus da UFPB em Bananeiras (CCHSA), já pagos R$ 497 mil para aquisição de ônibus escolar, viabilizado via seleção do Novo PAC AGRICULTURA FAMILIAR + R$ 800 mil (via Codevasf) R$ 23 mil para uma carreta agrícola R$ 250 mil para aquisição de trator 90cv com grade aradora (entrega prevista para outubro/2025) R$ 300 mil para compra de uma caminhonete 4×4 para a Associação de Agricultores de Cumati II. Para conhecimento da população de Bananeiras resolvemos esclarecer sobre os recursos exclusivos destinados ao calçamento das comunidades.  Nota de Esclarecimento Diante de um vídeo publicado recentemente pelo prefeito de Bananeiras, no qual ele anuncia obras de calçamento em comunidades do município, o gabinete do deputado Luiz Couto esclarece que os recursos para essas obras são fruto direto do mandato do parlamentar, por meio de emenda parlamentar. “O calçamento da comunidade Roma só será possível graças à emenda do deputado Luiz Couto, que destinou recursos especificamente para essa demanda. Da mesma forma, a comunidade dos Cocos será beneficiada com mais de R$ 500 mil reais oriundos do nosso mandato. Lamentamos que o prefeito tenha omitido a origem dos recursos, deixando de reconhecer o verdadeiro autor da iniciativa. A população de Bananeiras merece transparência e por esse motivo,  estamos trazendo a verdade”, afirma a nota do gabinete. Compromisso com Bananeiras Ao longo de seus mandatos, Luiz Couto tem se posicionado como um defensor incansável da justiça social, da agricultura familiar, da saúde pública e dos direitos do povo paraibano.  Com a destinação de mais de R$ 11 milhões para Bananeiras entre 2023 e 2025, o deputado reafirma seu compromisso com o desenvolvimento do município e com a melhoria da qualidade de vida da sua população, especialmente das comunidades rurais que há décadas lutam por infraestrutura digna. O mandato segue trabalhando por mais investimentos e conquistas para o povo de Bananeiras e de toda Paraíba.

Deputado Luiz Couto Entrega Kits de Máquinas de Costura à Comunidade Quilombola Avelino Bezerra, em Camalaú

Nesta quarta-feira (10), o Deputado Federal Luiz Couto (PT/PB) esteve na sede da Codevasf, em João Pessoa, para realizar a entrega de 12 kits de máquinas de costura destinados à comunidade quilombola rural Avelino Bezerra, localizada na comunidade Roça Velha, no município de Camalaú, Cariri paraibano. O investimento total é de R$ 28.244,00 (vinte e oito mil, duzentos e quarenta e quatro reais), recurso destinado por meio de emenda parlamentar do mandato do deputado, com o objetivo de fomentar a geração de renda e promover a autonomia econômica da comunidade. A comunidade Avelino Bezerra, que conta com 126 famílias, foi representada na ocasião pelo presidente Antônio Avelino, que agradeceu o apoio recebido. “Agradecemos de coração ao deputado Luiz Couto por essa importante iniciativa. Essas máquinas vão ajudar muito na geração de renda das famílias da nossa comunidade. Vamos fazer bom uso e mostrar que vale a pena investir no nosso povo”, afirmou o líder comunitário. Durante a entrega, Luiz Couto destacou o compromisso do seu mandato com as comunidades tradicionais e rurais da Paraíba: “Essa entrega é parte do nosso compromisso com a justiça social e com o fortalecimento das comunidades quilombolas. Que essas máquinas ajudem a transformar a vida das famílias de Roça Velha, promovendo mais dignidade, trabalho e independência financeira. Agradeço ao presidente Antônio Avelino e à senhora Tetinha, que receberam os kits em nome de toda a comunidade. ” Ainda segundo o deputado, esta é uma que fortalece as políticas de inclusão produtiva nas comunidades e representa mais um passo na luta por igualdade de oportunidades para os povos tradicionais. “As máquinas de costura possibilitarão iniciativas empreendedoras locais, gerando trabalho e renda no próprio território da comunidade” enfatizou o parlamentar.