Deputado Luiz Couto elogia megaoperação contra o crime organizado e anuncia Protocolo Nacional para proteger Eleições de 2026

Em uma ação coordenada que envolveu a Polícia Federal, o Ministério Público e as Polícias Estaduais, uma megaoperação foi deflagrada nesta quinta-feira (28), em dez estados contra uma poderosa rede criminosa ligada ao Primeiro Comando da Capital (PCC). A organização atuava em diversas frentes ilícitas, incluindo a adulteração de combustíveis e a lavagem de dinheiro.

A operação foi amplamente elogiada por autoridades e parlamentares, que destacaram a importância da ação conjunta entre os órgãos de segurança pública e o governo federal. Entre eles, o deputado federal Luiz Couto destacou seu apoio à operação e anunciou uma nova proposta legislativa com foco na segurança do processo eleitoral de 2026.

“Quero parabenizar todos os órgãos envolvidos nesta megaoperação conjunta. Esse tipo de ação integrada é essencial para combater o avanço do crime organizado, que infelizmente vem tentando se infiltrar nas estruturas legais do país. Em todos os meus mandatos, a Segurança Pública sempre foi uma prioridade, e é por isso que fico muito satisfeito em ver o Governo Lula atuando com firmeza nesse enfrentamento”, afirmou o parlamentar.

Luiz Couto também alertou para o risco crescente de o crime organizado buscar espaços dentro da política e das instituições democráticas. Segundo ele, é urgente criar mecanismos que impeçam a atuação dessas organizações durante o processo eleitoral.

Como resposta a essa preocupação, o parlamentar anunciou que apresentará nos próximos dias uma proposta de criação de um Protocolo Nacional de Prevenção à Infiltração do Crime Organizado nas Eleições de 2026. A iniciativa será formalmente encaminhada ao Ministro da Justiça, ao Presidente da Câmara dos Deputados, ao Presidente do Tribunal Superior Eleitoral e ao Procurador-Geral da República.

O protocolo pretende estabelecer uma atuação coordenada entre a Justiça Eleitoral, o Ministério Público, as forças de segurança e o Parlamento, com foco no combate ao financiamento ilícito de campanhas, à coação de eleitores e à intimidação de candidaturas.

“O combate ao crime organizado precisa ser firme, contínuo e articulado. O que está em jogo é a segurança do povo brasileiro e a preservação da nossa democracia. Não podemos permitir que organizações criminosas que nasceram na ilegalidade encontrem brechas para se legitimar politicamente e corromper nossas instituições”, reforçou Luiz Couto.

A proposta surge em um momento em que cresce a preocupação com a influência de facções criminosas em diferentes esferas da sociedade, inclusive no processo eleitoral. A expectativa é que o protocolo ajude a blindar as eleições de 2026 contra esse tipo de ameaça.

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