Aprovada PEC da Impunidade: maioria dos deputados da Paraíba vota a favor; Luiz Couto diz NÃO à blindagem parlamentar

Na madrugada de terça-feira, 16 de setembro de 2025, a Câmara dos Deputados aprovou a chamada PEC da Impunidade, proposta que limita o alcance de investigações, denúncias e até prisões de parlamentares, mesmo em casos graves. A medida tem sido duramente criticada por juristas, organizações da sociedade civil e cidadãos por representar um retrocesso no combate à corrupção e à responsabilização de agentes públicos. A proposta altera dispositivos constitucionais para dificultar ações do Ministério Público e do Judiciário contra deputados e senadores. Na prática, cria um escudo institucional que pode favorecer a impunidade dentro do Congresso Nacional. Como votaram os deputados da Paraíba: Votaram a favor da PEC (a favor da blindagem): Aguinaldo Ribeiro (PP) Cabo Gilberto (PL) Damião Feliciano (União) Gervásio Maia (PSB) Hugo Motta (Republicanos) Mersinho Lucena (Republicanos) Murilo Galdino (Republicanos) Romero Rodrigues (Podemos) Wellington Roberto (PL) Wilson Santiago (Republicanos) Votaram contra a PEC (contra a blindagem): Luiz Couto (PT) Ruy Carneiro (Podemos) Luiz Couto se posiciona contra a PEC O deputado federal Luiz Couto (PT/PB) foi uma das poucas vozes da bancada paraibana a votar contra a PEC. Seu voto foi registrado como NÃO, reafirmando seu compromisso com a transparência, o respeito às instituições democráticas e o princípio da igualdade perante a lei. Para Luiz Couto, a proposta representa um grave retrocesso:  “A democracia se fortalece com responsabilidade e justiça. Não com blindagens e privilégios”, declarou após a votação. Conhecido por sua atuação em defesa dos direitos humanos e da ética pública, Luiz Couto defende que parlamentares não devem estar acima da lei, e sim prestar contas à sociedade. Críticas e mobilização popular Diversos especialistas e entidades apontam que a PEC enfraquece o combate à corrupção e compromete o funcionamento das instituições de controle. Movimentos sociais e campanhas digitais seguem pressionando por mais responsabilidade e transparência no Congresso, exigindo o fim de privilégios e blindagens.